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Minha Casa Melhor: Indústrias moveleiras não conseguem atender preços fixados pelo programa

Lançado pela presidência da República em 12 de junho deste ano, o Programa Minha Casa Melhor disponibiliza uma linha de crédito de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos que podem ser pagos em até 48 vezes. O crédito é direcionado paras as pessoas cadastradas no programa "Minha Casa Minha Vida".

De acordo com a Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (Simovale), o que parecia um incentivo à indústria moveleira nacional está se tornando um problema em razão, principalmente, dos valores estabelecidos para aquisição de móveis - também pré-determinados.

O presidente da Amoesc e do Simovale, Osni Carlos Verona, explica que o crédito disponibilizado para a compra de mobiliário é insuficiente, tanto para quem deseja mobiliar a casa, quanto para motivar a indústria, que não consegue lucro nenhum pela falta de incentivos e pelos valores desproporcionais aos de produção das fábricas.

Para investimentos em eletrodomésticos o crédito é de até R$ 5.089,00, enquanto para investimento na compra de móveis é de no máximo de R$ 1.745,00, sendo de até R$ 380 para guarda-roupas, de até R$ 370 para cama de casal (com ou sem colchão), de até R$ 320 para cama de solteiro (com ou sem colchão), de até R$ 300 para mesa com cadeiras e de até R$ 375 para compra de um sofá.

Verona reconhece que o Brasil, atualmente, tem uma tecnologia fabril capaz de atender a demanda nacional e até mesmo internacional, no que se refere à produção e design de móveis em grande escala. “O maior empecilho no desenvolvimento e produção no Brasil são os custos”, comenta.

Michel Pires, presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Mobiliário de Ubá (Intersind), também concorda que os valores propostos são impraticáveis. Ele destaca que do limite de R$ 5 mil disponível, R$ 1.400 serem destinados à aquisição de uma TV Digital.

Pires que também é empresário comenta que com o preço estimulado pelo Programa, conseguiria vender uma mesa com duas cadeiras apenas e não quatro. “O Intersind já fez um pedido formal à presidenta Dilma para revisão dos valores e inclusão de móveis para cozinha. Ela nos respondeu que os valores foram estabelecidos a partir de um estudo de mercado e a revisão dependeria de um novo estudo. Segundo o Governo, as faixas de preços foram incluídas para não gerar um aumento de valores por parte da indústria e varejo. Quanto à inclusão de móveis para cozinha é possível que o pedido seja atendido”, explica.

Vikentios Kakakis, presidente do Sindicato das Indústrias de Móveis de Pernambuco (Sindimóveis), comenta que as indústrias da região estão tentando adaptar-se ao Programa, produzindo peças de mobiliário simples que possam se enquadrar à linha.

Osni Verona entende ser necessário um fomento do Governo para que se criem alguns incentivos à produção, visando a proteção do mercado nacional e incentivando o desenvolvimento em grande escala de móveis de alta qualidade. “Com isso, haveria um reflexo não apenas no desenvolvimento da indústria moveleira, mas no desenvolvimento econômico no Oeste e também no Brasil”, complementa.





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